titulo original: (There Will Be Blood) lançamento: 2007 (EUA) direção: Paul Thomas Anderson atores: Daniel Day-Lewis , Kevin J. O'Connor , Ciarán Hinds , Dillon Freasier , Barry Del Sherman duração: 158 min gênero: Drama
sinopse:
Virada do século XIX para o século XX, na fronteira da Califórnia. Daniel Plainview (Daniel Day-Lewis) é um mineiro de minas de prata derrotado, que divide seu tempo com a tarefa de ser pai solteiro. Um dia ele descobre a existência de uma pequena cidade no oeste onde um mar de petróleo está transbordando do solo. Daniel decide partir para o local com seu filho, H.W. (Dillon Freasier). O nome da cidade é Little Boston, sendo que a única diversão do local é a igreja do carismático pastor Eli Sunday (Paul Dano). Daniel e H.W. se arriscam e logo encontram um poço de petróleo, que lhes traz riqueza mas também uma série de conflitos.
titulo original: (Doctor Zhivago) lançamento: 1965 (EUA) direção: David Lean atores: Omar Sharif , Julie Christie , Geraldine Chaplin , Rod Steiger , Alec Guinness duração: 201 min gênero: Épico Doutor Jivago (em inglês Doctor Zhivago) é um filme americano de 1965, do gênero drama épico, dirigido por David Lean. O filme é baseado no romance de Boris Pasternak de mesmo nome.
Elenco
Omar Sharif .... Yuri Jivago
Julie Christie .... Lara
Geraldine Chaplin .... Tonya
Rod Steiger .... Victor Komarovsky
Alec Guinness .... general Yevgraf Jivago
Tom Courtenay .... Pasha Strelnikov
Siobhan McKenna .... Anna
Ralph Richardson .... Alexander Gromeko
Jeffrey Rockland .... Sasha
Tarek Sharif .... Yuri - jovem
Bernard Kay .... bolchevique
Klaus Kinski .... Kostoyed Amourski
Rita Tushingham .... garota
Principais prêmios e indicações
Oscar 1966 (EUA)
Ganhou cinco prêmios, nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte - A Cores, Melhor Fotografia - A Cores, Melhor Figurino - A Cores e Melhor Trilha Sonora.
Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Tom Courtenay), Melhor Edição e Melhor Som.
Globo de Ouro 1966 (EUA)
Ganhou nas categorias de Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator - Drama (Omar Sharif), Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.
Recebeu ainda uma indicação na categoria de Melhor Revelação Feminina (Geraldine Chaplin).
BAFTA 1967 (Reino Unido)
Recebeu três indicações, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Ator Britânico (Ralph Richardson) e Melhor Atriz Britânica (Julie Christie).
Grammy 1967 (EUA)
Ganhou na categoria de Melhor Trilha Sonora Composta Para um Filme.
Apocalypse Now é um filme americano de 1979, do gênero drama de guerra, realizado por Francis Ford Coppola, baseado no livro Heart of Darkness de Joseph Conrad.
Sinopse
Em plena Guerra do Vietnã, por volta de 1969, um alto comando do exército americano designa o capitão Willard para matar o coronel Kurtz no interior da selva do Camboja.
Subindo o rio num barco de patrulha e escoltado por quatro soldados, Willard depara-se com situações inacreditáveis e absurdas geradas pela guerra enquanto examina os documentos a respeito do coronel. Ao chegar ao seu destino, percebe que os nativos adoram Kurtz como a um deus e terá de decidir se cumpre ou não a sua missão.
O filme tem duas versões. A segunda, feita em 2001, chama-se "Apocalypse Now Redux" e tem 197 minutos, 44 minutos a mais de cenas adicionais. Esta versão foi reeditada pelo próprio Francis Ford Coppola.
Elenco
Marlon Brando.... coronel Walter E. Kurtz
Martin Sheen.... capitão Benjamin L. Willard
Robert Duvall.... tenente-coronel Bill Kilgore
Frederic Forrest.... Jay 'Chef' Hicks
Sam Bottoms.... Lance B. Johnson
Laurence Fishburne.... Tyrone 'Clean' Miller
Albert Hall.... chefe Phillips
Harrison Ford.... coronel Lucas
Dennis Hopper.... fotojornalista
Desenvolvimento
Enquanto trabalhava como assistente para Francis Ford Coppola no filme The Rain People, George Lucas encorajou seu amigo e cineasta John Milius a escrever um filme sobre a Guerra do Vietnã.Millius teve a ideía de adaptar a trama Heart of Darkness de Joseph Conrad para a Guerra. Ele queria dirigir o o filme e sentiu que George Lucas era a pessoa certa para o trabalho. No entanto, o também cineasta Carroll Ballard diz que Apocalypse Now foi sua idéia em 1967 antes de Milius escrever o roteiro. Ballard tinha um acordo com o produtor Joel Landon e eles tentaram conseguir direitos do livro de Conrad mas não obtiveram sucesso. Lucas adquiriu os direitos mas falhou em dizer à Ballard e Landon.
Roteiro
Copolla deu à Milius 15 mil dólares para escrever o roteiro com promessa de adicionais 10 mil se fosse realizado. Miliuis diz que escreveu o roteiro em 1969 e que foi originalmente chamado de "The Psychedelic Soldier". Ele queria usar a história de Conrida como "uma espécie de alegoria. Teria sido simples demais para ter seguido o livro completamente". Ele baseou as personagens Williard e um pouco de Kurtz em um amigo, Fred Rexer, que havia vivenciado, a cena da personagem de Marlon Brando onde os braços dos habitantes das vilas são decepados pelos Vietcongues. Milius mudou o título do filme para Apocalypse Now inspirado em um button popular entre os hippies na década de 1960 que dizia, "Nirvana Now".
Referência bibliográfica
O filme é baseado na obra Heart of Darkness, de Joseph Conrad. Nesse livro, o alter-ego de Conrad, Marlow, curioso das terras inexploradas ou quase-inexploradas da África, resolve empregar-se numa companhia belga de extração de marfim. Uma vez no Congo, decepciona-se com o tratamento desumano dispensado aos nativos pelos colonizadores, e com o estado de abandono da colônia. É designado, então, para acompanhar o grupo que partirá em busca de Kurtz, um homem cheio de ideais humanitários, dotado de excepcionais qualidades intelectuais e artísticas, que há meses não manda notícias de si (nem do marfim). Tanto no filme quanto no livro, Kurtz parece ser o retrato da falência do humanitarismo sob interesses ambiciosos e egoístas.
Principais prêmios e nomeações
Óscar 1980 (EUA)
Ganhou nas categorias de Melhor fotografia (Vittorio Storaro) e Melhor som (Walter Murch, Mark Berger, Richard Beggs e Nathan Boxer).
Nomeado nas categorias de Melhor direção de arte, Melhor filme - drama, Melhor actor coadjuvante/secundário (Robert Duvall), Melhor realizador/diretor (Francis Ford Coppola) e Melhor edição (Lisa Fruchtman, Gerald B. Greenberg, Richard Marks e Walter Murch)
Festival de Cannes 1979 (França)
Recebeu a Palma de Ouro e o Prêmio FIPRESCI.
Globo de Ouro 1980 (EUA)
Ganhou nas categorias de Melhor realizador/diretor (Francis Ford Coppola), Melhor actor coadjuvante/secundário (Robert Duvall), Melhor argumento original (Carmine Coppola e Francis Ford Coppola)
Academia Japonesa de Cinema 1981 (Japão)
Indicado na categoria de "Melhor filme estrangeiro".
BAFTA 1980 (Reino Unido)
Venceu nas categorias de "Melhor direção" e "Melhor ator coadjuvante/secundário" (Robert Duvall).
Indicado nas categorias de "Melhor ator" (Martin Sheen), "Melhor fotografia", "Melhor edição", "Melhor filme", "Melhor desenho de produção" e "Melhor trilha sonora".
Indicado ao "Prêmio Anthony Asquith" para "Música de filme".
Grande Prêmio BR do Cinema Brasileiro 2002 (Brasil)
Indicado na categoria de "Melhor filme estrangeiro".
Prêmio César 1980 (França)
Indicado na categoria de "Melhor filme estrangeiro".
Prêmio David di Donatello 1980 (Itália)
Venceu na categoria de "Melhor diretor - filme estrangeiro".
Curiosidades
Joseph Conrad esteve no interior do Congo Belga, trabalhando para uma empresa de exploração de marfim. Mas não é certo que tenha encontrado o Sr. Kurtz.
As filmagens de Apocalipse Now! deram origem ao filme O Apocalipse de um cineasta (1991), a que cabe a célebre frase de Kurtz: "O horror! O horror!"
"Mistah Kurtz, he dead" é a notícia dada por um nativo, no livro de Conrad. Essa mesma frase serve de epígrafe ao poema The Waste Land, de T. S. Eliot.
O poema que o Coronel Kurtz lê, na presença de Willard, é The Hollow Men, de T.S. Eliot.
Uma tomada de câmera revela que The Golden Bough era um dos livros preferidos do Coronel Kurtz.
A canção do início do filme, com cenas de um incêndio na floresta, provocado por um ataque estadunidense de bombas napalm, sendo repetida numa versão diferente no final do filme (morte do Coronel Kurtz), é The End, um dos maiores sucessos da banda de rock The Doors.
Jim Morrison, vocalista da banda The Doors, cursou a escola de cinema da Universidade da Califórnia (UCLA), onde conheceu Francis Ford Coppola.
Numa das mais famosas cenas do filme é também utilizada A Cavalgada das Valquírias, de Richard Wagner.
Marlon Brando, que aparece somente na parte final do filme, exigiu que seu personagem fosse mostrado somente em tomadas escuras, a fim de disfarçar a sua obesidade, o que acabou dando ao seu personagem, o "Coronel Kurtz", um ar sombrio e enigmático.
O ator Martin Sheen sofreu um enfarte durante as filmagens.
Coppola demoraria três anos para finalizar o filme, que foi iniciado em 1976.
Copolla ameaçou suicidar-se por várias vezes durante as filmagens, que foram todas feitas nas Filipinas apesar da história se passar no Vietnã.
Laurence Fishburne mentiu a idade para participar do filme, ele tinha então apenas 14 anos.
Pulp Fiction (br: Pulp Fiction - Tempo de Violência / pt: Pulp Fiction) é um filme americano de 1994, do gênero policial, dirigido e escrito por Quentin Tarantino baseado em história dele e de Roger Avary.
Sinopse
São apresentadas três histórias de forma não cronológica. Em uma, aparecem Vincent Vega (John Travolta) e Jules Winnfield (Samuel L. Jackson), que são dois mafiosos com a missão de fazer uma cobrança a mando do chefe, Marsellus Wallace (Ving Rhames). Em outra história, Vincent deve levar Mia Wallace (Uma Thurman) - mulher de seu chefe - para se divertir enquanto ele viaja. Por último, é contada a história de Butch Coolidge (Bruce Willis), um pugilista que foi comprado por Marsellus para perder uma luta, mas não cumpriu sua parte no acordo e agora precisa fugir do mafioso.
Elenco
John Travolta.... Vincent Vega
Samuel L. Jackson.... Jules Winnfield
Ving Rhames.... Marsellus Wallace
Uma Thurman.... Mia Wallace
Maria de Medeiros.... Fabienne
Bruce Willis.... Butch Coolidge
Quentin Tarantino.... Jimmie
Harvey Keitel.... Winston Wolf
Tim Roth.... Ringo
Eric Stoltz.... Lance
Rosanna Arquette.... Jody
Christopher Walken.... capitão Koons
Amanda Plummer.... Yolanda
Principais prêmios e indicações
Oscar 1995 (EUA)
Venceu na categoria de melhor roteiro original.
Indicado nas categorias de melhor ator (John Travolta), melhor ator coadjuvante (Samuel L. Jackson), melhor atriz coadjuvante (Uma Thurman), melhor diretor, melhor edição e melhor filme.
Academia Japonesa de Cinema 1995 (Japão)
Indicado na categoria de melhor filme estrangeiro.
BAFTA 1995 (Reino Unido)
Venceu na categoria de melhor ator coadjuvante (Samuel L. Jackson) e melhor roteiro original.
Indicado nas categorias de melhor ator (John Travolta), melhor atriz (Uma Thurman), melhor fotografia, melhor edição, melhor filme e melhor som.
Quentin Tarantino foi indicado ao Prêmio David Lean de direção.
Festival de Cannes 1994 (França)
Recebeu a Palma de Ouro.
Prêmio César 1995 (França)
Indicado na categoria de melhor filme estrangeiro.
Prêmio David di Donatello 1995 (Itália)
Venceu na categoria de melhor ator estrangeiro (John Travolta) e melhor filme estrangeiro.
Globo de Ouro 1995 (EUA)
Venceu na categoria de melhor roteiro - cinema.
Indicado nas categorias de melhor diretor - cinema, melhor filme - drama, melhor ator de cinema - drama (John Travolta), melhor atriz coadjuvante de cinema (Uma Thurman) e melhor ator coadjuvante de cinema (Samuel L. Jackson).
Independent Spirit Awards 1995 (EUA)
Venceu na categoria de melhor diretor, melhor longa-metragem, melhor ator principal (Samuel L. Jackson) e melhor roteiro.
Indicado na categoria de melhor ator coadjuvante (Eric Stoltz).
MTV Movie Awards 1995 (EUA)
Venceu na categoria de melhor seqüência de dança (John Travolta e Uma Thurman) e melhor filme.
Indicado nas categorias de melhor atuação feminina (Uma Thurman), melhor atuação masculina (John Travolta), melhor canção para cinema (Girl, You'll Be a Woman Soon) e melhor dupla (Samuel L. Jackson e John Travolta).
Festival de Cinema de Estocolmo 1994 (Suécia)
Venceu nas categorias de melhor ator (John Travolta) e melhor roteiro.
Quentin Tarantino recebeu o troféu Cavalo de Bronze.
Prêmio Saturno 1995 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA)
Venceu na categoria de melhor filme de ação / aventura / suspense.
Prêmio Edgar 1995 (Edgar Allan Poe Awards, EUA)
Venceu na categoria de melhor filme.
Curiosidades
A quebra da ordem cronológica, uma característica do diretor, permite que vários personagens compartilhem o papel de protagonista do filme. Na primeira história Vincent e Jules são os principais personagens. Vincent também é o personagem principal na segunda história, quando leva a mulher do seu chefe para passear e, por fim, se torna apenas um coadjuvante quando a história do pugilista Butch é contada.
O papel de Vincent Vega foi escrito para Michael Madsen, o Mr. Blonde ou Vic Vega de Cães de Aluguel (Reservoir Dogs, 1992).
Be Cool, filme de F. Gary Gray de 2005, faz várias referências a Pulp Fiction, dentre elas, a reencenação da famosa cena de dança entre Uma Thurman e John Travolta.
Alien (Alien - O Oitavo Passageiro) é um filme de ficção científica de 1979, dirigido por Ridley Scott. Seu sucesso imortalizou a criatura alienígena criada pelo artista surrealista suíço H. R. Giger, que hoje é conhecido por ter finalizado a era dos extraterrestres "bonzinhos" no cinema. O filme teve três seqüências: Aliens: O Resgate (1986), Alien 3 (1991) e Alien: Resurrection (1997). Foi vencedor do Oscar de melhores efeitos visuais em 1979, além de ter concorrido aos Oscar de melhor direção de arte.
Enredo
"Seu grito não será ouvido no espaço", esse era o slogan de "Alien, o oitavo passageiro", quando de seu lançamento nos cinemas em 1979. De longe, uma das mais aterrorizantes tramas de ficção científica já realizadas, o filme tornou-se "cult" e seu design futurista continua extremamente convincente. Com 117 minutos de duração e brilhantemente dirigido por Ridley Scott, narra a saga da tripulação do cargueiro Nostromo que durante uma viagem espacial de rotina recebe uma intrigante mensagem, supostamente um pedido de socorro. Certamente, o grande responsável pelo fantástico sucesso do filme não foram os personagens humanos mas sim o próprio Alien. H. R. Giger desenhou e projetou a criatura em todo o seu ciclo de vida, ganhando o Oscar de Efeitos Visuais. "Alien" teve cinco continuações. Nenhuma, porém, repetiu o sucesso e a inovação da produção original. Clássico entre os filmes do gênero, é considerado um verdadeiro divisor de águas, pois marca o momento em que os ETs deixam de ser os "homenzinhos verdes" para se transformar em seres de comportamento complexo e realista. O filme recebeu 2 indicações ao Oscar Melhor direção de arte e Melhor Efeitos visuais tendo ganho apenas este último.
Elenco
Sigourney Weaver .... Tenente Ripley
Tom Skerritt .... Capitão Dallas
Veronica Cartwright .... Navegadora Lambert
Harry Dean Stanton .... Engenheiro Técnico Brett
John Hurt .... Oficial Kane
Ian Holm .... Oficial Científico Ash
Yaphet Kotto .... Engenheiro Chefe Parker
Bolaji Batejo .... Alien
Eddie Powell .... Alien
Helen Horton .... Mãe (Voz)
Sinopse
A nave mineradora Nostromo leva sete tripulantes a bordo e milhões de toneladas de minério de ferro, fruto de exploração espacial e retorna para casa depois de uma missão. Um sinal de socorro é interceptado e a tripulação é acordada do seu sono para verificar o que parece ser um pedido de ajuda. Depois de muita discussão, os astronautas decidem aterrar no planeta desconhecido LV 426 mas isso acaba sendo a porta de entrada para uma terrível e monstruosa criatura, que entra na nave como um parasita preso a cabeça de um dos triplantes e passa a eliminar todos os membros da tripulação, um a um. No final resta apenas a Tenente Ellen Ripley (interpretada pela atriz Sigourney Weaver) que trava uma batalha desigual com o alienígena a bordo da nave espacial que está prestes a explodir.
RoboCop (br: Robocop, o policial do futuro / pt: Robocop, o polícia do futuro) é um filme americano de 1987, do gênero ficção científica, dirigido por Paul Verhoeven, e também o nome do personagem fictício principal.
No final dos anos 80, o herói cibernético se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria da época. RoboCop teria mais dois filmes, uma série de TV nos anos 90, duas séries animadas (uma no final dos anos 80 e outras duas dos anos 90), além de aproximadamente cinco videogames.
Sinopse
Robocop, o policial do futuro contava a história de Alex Murphy, um policial que atuava nas ruas de Detroit. Após uma perseguição aos suspeitos de um roubo a banco, Alex é brutalmente trucidado ao chegar na Velha Usina (local onde a quadrilha se escondeu), tendo sua mão direita estourada e logo depois seu braço direto arrancado com tiros de armas e seu peito fuzilado, e ainda vivo levara um tiro certeiro no crânio dando assim o fim de Murphy pela quadrilha do maníaco Clarence Boddicker.
Dado oficialmente como morto, Alex é transformado pela OCP (Omni Produtos de Consumo), uma poderosa multinacional instalada em Detroit, em um moderno e poderoso cyborg de combate ao crime, batizado de Robocop, dotado da mais alta tecnologia e poder de fogo. Robocop assume o papel de defensor da lei e da ordem nas ruas da decadente Detroit, que está carcomida pelo crime e pela corrupção. Mas Robocop acaba sendo atormentado pelas lembranças de Alex Murphy, sua verdadeira identidade. A partir daí, tem início a uma caçada sem tréguas aos seus agressores. A vingança torna-se sua principal diretriz.
Elenco
Peter Weller .... oficial Alex J. Murphy / RoboCop
Nancy Allen .... oficial Anne Lewis
Dan O'Herlihy .... "Velho", diretor da OCP
Ronny Cox .... Dick Jones
Kurtwood Smith .... Clarence Boddicker
Miguel Ferrer .... Bob Morton
Robert DoQui .... sargento Warren Reed
Ray Wise .... Leon Nash
Felton Perry .... Johnson
Paul McCrane .... Emil Antonowsky
Frank Welker .... ED-209 (animação em stop-motion)
Principais prêmios e indicações
Oscar 1988 (EUA)
Venceu na categoria de melhores efeitos sonoros.
Indicado na categoria de melhor som.
BAFTA 1989 (Reino Unido)
Indicado nas categorias de melhor maquiagem e melhores efeitos especiais.
Prêmio Saturno 1988 (EUA)
Venceu nas categorias de melhor diretor, melhor filme de ficção científica, melhor maquiagem, melhores efeitos especiais e Melhor Roteiro.
Indicado nas categorias de melhor ator (Peter Weller), melhor atriz (Nancy Allen) e melhor figurino.
Diretivas básicas
Serve the public trust (servir à população)
Protect the innocent (proteger os inocentes)
Uphold the law (cumprir a lei)
Classified (confidencial - esta era a diretiva que o impedia de atacar executivos da OCP)
Capacitações
O corpo de Alex Murphy foi alterado ciberneticamente de modo que consegue exercer força de 200 quilogramas em cada um dos dedos. Seu corpo é revestido por um chassi de liga de titânio que resiste calibres fortes, suas exeções de muitos tiros do calibre .50, explosivos como de lança-granadas e lança-misseis que o causam dano e resiste a temperaturas entre 3000 °C e -80 °C. As partes pretas (pescoço, mãos e abdomem) são revestidos com kevlar e depois por liga de carbono, mas mesmo assim não são seus pontos fracos. O visor em seu capacete permite gravação de vídeo (30 frames/segundo), visão telescópica e visão térmica. Na sua cabeça foram implantados chips que garantem mira computadorizada. No punho direito, encontra-se um espeto retrátil que permite a ele fazer interface com computadores, podendo arquivar ou mostrar informação (além de servir de arma branca). Robocop tem uma arma de fogo, a Auto-9, que usa munição 9 mm, com cadência de tiros de 60/minuto (essencialmente uma Beretta 93R modificada). A arma pode ser estocada em sua coxa direita, que tem portinhas e um coldre que abrem conforme seus comandos mentais.
Curiosidades
A entrada do prédio da empresa OCP na verdade é a entrada da prefeitura de Dallas.
As telas de visão de tiro de Robocop possuem referências ao sistema operacional MS-DOS.
A armadura do personagem Robocop foi construída para que o ator Michael Ironside vivesse o papel de Alex Murphy/Robocop, mas Ironside não pôde aceitar o papel porque a armadura, criada por Rob Bottin, ficou pequena. Sendo assim, o diretor Paul Verhoeven optou por escolher Peter Weller para interpretar o personagem.
A arma de fogo utilizada pelo personagem Robocop é uma adaptação da pistola Beretta 93R automática.
Eddie Van Halen, guitarrista do grupo Van Halen, faz uma ponta no primeiro filme vivendo Keva Rosenberg, um cidadão comun que dá sua opinião sobre a greve dos policiais a um reporter.
RoboCop foi utilizado para um comercial brasileiro de calças jeans Pool no começo dos anos 90.
Uma das músicas mais famosas dos Mamonas Assassinas tinha o nome de "Robocop Gay". A música - que nada tem a ver com o personagem do cinema - conta a história de um indivíduo com tendências homossexuais que resolve alterar sua anatomia física em nome da beleza estética segundo seus próprios padrões. No Brasil é comum, principalmente depois do sucesso dessa música, classificar pessoas que optam por modificar seus corpos de forma exagerada de “robocop”.
Graças ao sucesso de Robocop, surgiu o herói japonês Jiban, em 1989. A produtora Toei Company, na época em que Jiraiya estava sendo gravada, estava no projeto da série que a sucederia, e se tornaria uma continuação direta, enfocando as aventuras de um "Policial Ninja". No entanto, graças ao ótimo êxito do "homem-máquina" de Detroit, a Toei mudou completamente o planejamento, e para pegar carona, criou às pressas a história de Jiban, onde o policial Naoto Tamura foi morto em uma missão, mas que acabaria sendo ressuscitado quase nas mesmas condições de Alex Murphy/Robocop, virando um "policial-ciborgue".
Todd Marinovich, o melhor quarterback do futebol americano, foi chamado "Robo-QB".
A idéia de Robocop não é pioneira, como muitos imaginam. O conceito de um policial morto que é transformado num ciborgue já tinha sido abordado no anime japonês O Oitavo Homem, em 1963.
Os estudios japoneses Toei criaram uma versão de seriado chamado Jiban,o alter ego-do personagem Naoto Tamura era reconstruido com uma armadura como Robocop. A série foi exibida pela extinta Rede Manchete no Brasil
Os estúdios Disney também criaram a sua paródia a Robocop. Chama-se Robopato .
Até o grupo brasileiro Os Trapalhões numa revista fizeram paródia a Robocop: Didicop, o policial sem futuro. Era o personagem Didi Mocó vivido por Renato Aragão que se vestia de Robocop
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Todos os Batmans
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1. Lewis Wilson (Batman, 1943)
2. Robert Lowery (Batman & Robin, 1949)
3. Adam West (Batman, 1966-1968)
4. Michael Keaton (Batman, Batman Returns, 1989 - 1992)
5. Kevin Conroy (Batman: The Animated Series, Batman: Mask Of The Phantasm, Justice League, Batman Beyond & Batman video game series 1992 - Current)
6. Val Kilmer (Batman Forever, 1995)
7. George Clooney (Batman & Robin, 1998)
8. Bruce Thomas (Batman Onstar Commercials, Birds Of Prey, 2000-2002)
9. Christian Bale (Batman Begins, The Dark Knight, The Dark Knight Rises, 2005 - 2012)
Todos os Coringas
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1. Conrad Veidt (The Man Who Laughs, film, 1928 - inspiration for The Joker) 2. Cesar Romero (Batman, TV series, 1966-1968) 3. Jack Nicholson (Batman, film, 1989) 4. Mark Hamill (Batman: The Animated Series, Batman: Mask Of The Phantasm, Batman Beyond: Return Of The Joker, Birds Of Prey, Batman: Arkham Asylum/Arkham City 1992-2010) 5. Curtis Armstong (Batman OnStar Commercial, 2000) 6. Roger Stoneburner (Birds Of Prey, TV series, 2002 - voice dubbed by Mark Hamill) 7. Andrew Koenig (Batman: Dead End, short film, 2003) 8. Kevin Michael Richardson (The Batman, cartoon, 2004-2008) 9. Heath Ledger (The Dark Knight, film, 2008)